26/05/2010

Fisiologia



Quando desejamos uma mudança, 4 elementos devem ser considerados:

1- Fisiologia
2- Estratégias
3- Congruência
4- Sistemas de crenças


Nesta semana vou falar sobre a Fisiologia. Aqui, refiro-me à utilização dos sistemas representacionais (visão, audição e tato), toda vez que decidimos partir para uma ação. Exemplo:

Trabalho em uma agência de comunicação como atendimento. Recebo uma ligação importante de um cliente cuja solicitação deverá ser atendida. Enquanto o cliente me passa uma orientação, começo a digitar um e-mail para um fornecedor. O que será que vai acontecer?... Com certeza não conseguirei prestar atenção no cliente, pois ao digitar o e-mail, meu diálogo interno será ativado e minha atenção automaticamente será desviada.

Se ao invés de escrever um e-mail, eu posicionar meus olhos na linha do horizonte, ajeitar as costas e parar as demais atividades, ativarei meu canal auditivo e conseguirei prestar atenção no que o meu cliente diz.

Se fizermos bom uso da nossa fisiologia, poderemos obter os comportamentos adequados para atingirmos os resultados desejados.
Pare por alguns instantes, observe a si mesmo e alinhe sua fisiologia com a ação desejada. A prática torna-se um hábito.



Um abraço e até breve!
Isabel Cristina V. Soares

09/05/2010

Consciência

Estou lendo um livro do OSHO chamado "CONSCIÊNCIA - A chave para viver em equilíbrio".

No capítulo 2: AS RAÍZES DO SOFRIMENTO, diz: "O sofrimento é um estado de inconsciência".


Entendo que se sofremos é porque não temos consciência dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. Prefiro até dizer que não há congruência entre esses elementos se estamos sofrendo. É estar dormindo mesmo estando acordado.


Por isso dizemos estar "partidos" ou "estilhaçados". É isso mesmo! Perdemos totalmente o nosso "centramento", perdemos a integração e a unidade do SER.


Um dos nossos grandes desafios na vida é superar o sofrimento. Para isso, nosso primeiro passo consiste em buscar a consciência do corpo e do que fazemos com ele.


Considero que essa decisão, quando tomada, passa a ser uma prática que aos poucos nos proporciona paz e sintonia entre o corpo e a mente. Ambos conectados nos levam à consciência dos sentimentos e emoções, bem como nossos estados de ânimo. Levando-nos para uma integração entre corpo, mente e coração. Quando atingimos este estágio, espontaneamente nos tornamos despertos, acordados e CONSCIENTES da nossa CONCIÊNCIA. Isso faz de alguém um BUDA que encontra a bem-aventurança.


"O corpo conhece o prazer, a mente conhece a felicidade, o coração conhece a alegria, o quarto elemento conhece a bem-aventurança. A bem-aventurança é o objetivo, e a consciência é o caminho que leva até lá."

02/05/2010

Spa Ch´antao II


Na semana passada apresentei o Ch´antao, pois fui até lá para mais um módulo do MASTER PRACTITIONER em PNL.

Hoje, vou falar um pouco sobre o que me aconteceu lá.

Estávamos em 4 pessoas no master e mais ou menos 20 pessoas no practitioner.

Meu grupo era pequeno, portanto João Luiz e Nicolai resolveram aprofundar bastante a nossa vivência. Sou grata por essa oportunidade!

Entre as técnicas apresentadas, pude vivenciar o famoso REIMPRINT, que entre outras coisas, me ajudou a compreender que impressões ou crenças construí no passadao, a partir de determinada situação. E mais, consegui compreender os impactos que essas impressões ou crenças causaram em minha vida.

O melhor de tudo foi ressignificar a experiência do passado, pois as crenças e impressões construídas, se deram a partir de uma interpretação subjetiva que atribuí para aquela situação e não ao fato em si.

Concluí que essa tomada de consciência melhorou a vibração das minhas emoções e me apresentou um mundo de novas possibilidades, reduzindo os limites para que eu busque o que de fato quero.

O autoconhecimento requer vontade real em buscarmos dentro de nós as respostas que precisamos para seguir o caminho da nossa jornada, vivenciando nossos valores e também a nossa essência.

Um forte abraço e até breve!

21/04/2010

Spa Ch´an Tao


Quero apresentar o "meu Xangrilá".

O spa Ch´an Tao é o local para onde frequêntemente me dirijo para o treinamento em PNL e os cursos de Eneagrama, Coaching, entre outros.

Eu tenho uma ligação forte com esse lugar, não somente por ser lindo (aliás, esse é apenas um dos ângulos de uma das áreas do spa), mas também por encontrar pessoas com as quais divido um objetivo em comum: desenvolvimento pessoal.

Vou hoje para esse paraíso, cuja energia é impossível descrever neste espaço.

Toda vez, antes de sair de casa, faço uma preparação para que eu consiga atingir um estado interno leve e agradável cujo objetivo é estabelecer a conexão com o sistema que temos lá. Isso, na minha opinião, é de grande importância para que possamos extrair o melhor dos ensinamentos dos nossos trainers. A troca com todas as pessoas é rica e o megulho interno é profundo na busca constante da minha essência.

Ficarei até domingo longe dos telefones celulares, da televisão e do barulho da cidade. Estarei em contato com a natureza, ouvindo principalmente, o som do meu silêncio.


Um grande abraço e até breve!

12/04/2010

A Importância do Autoconhecimento para o Desenvolvimento da Liderança

Nicolai Cursino
www.iluminattabrasil.com.br


“Liderar é orientar a criação de um mundo ao qual as pessoas queiram pertencer”.

“Se houver um cego guiando outro cego, chegarão a algum lugar?”.

A primeira citação, escrita recentemente por Robert Dilts, um dos maiores Coachs de liderança empresarial e Programação Neurolinguística do mundo na atualidade, define a essência da liderança. Afinal não é possível liderar sem que outros optem por viajar a mesma estrada que você. A liderança possui um paradoxo em seu âmago, não pode ser tomada diretamente, ela é um presente que só pode ser dado pelos outros.

A segunda citação, feita há mais de 2000 anos por Jesus Cristo, nos alerta para o fato de que precisamos conhecer, ou pelo menos sermos capazes de enxergar, o caminho para o qual pretendemos dirigir outras pessoas.

E qual é o mundo que as pessoas querem pertencer? Para onde as pessoas querem caminhar?

O ser humano quer caminhar na direção de um mundo onde seus valores sejam mais satisfeitos.

Um tema bastante conhecido atualmente na psicologia organizacional trata da motivação extrínseca e da motivação intrínseca dos empregados de corporações.

A motivação extrínseca é quando a motivação se dá devido a uma recompensa externa ao trabalho em si, seja ela dinheiro ou promoção. Essa motivação, apesar de fundamental, tem caráter temporário. Após algum tempo atingido o patamar financeiro ou o cargo almejado, será necessária a visualização de um novo aumento ou promoção a serem conquistados.

Já a motivação intrínseca tem um caráter um tanto quanto diferente. É a motivação onde o próprio prazer da realização do trabalho impulsiona para uma nova realização. É quando o empregado está vivenciando seus valores dentro da função que desempenha e da corporação a que pertence.

E quais são os valores que impulsionam uma pessoa?

Os valores que impulsionam cada pessoa são diferentes. Algumas pessoas são impulsionadas pelo reconhecimento, outras por satisfação pessoal, outras pela possibilidade de exercer sua criatividade, outras pelo poder e ainda outras pela possibilidade de realizarem uma obra.

Reconhecimento, satisfação pessoal, criatividade, poder, realização, ensino, companheirismo, segurança, transformação, responsabilidade, alegria, são alguns dos valores que impulsionam diferentes pessoas a um objetivo.

Então a resposta é fácil. Basta alinharmos nosso trabalho com nossos valores pessoais e estaremos constantemente motivados, não é?

Seria, se além das questões práticas não fosse um pequeno detalhe. Na maioria das vezes não conhecemos verdadeiramente os nossos valores. Agimos buscando valores que aprendemos que seriam os “mais corretos” a serem buscados. Valores que aprendemos com nossos pais ou com nossa sociedade que seriam os mais adequados à nossa vida. Valores de uma imagem que criamos na esperança de que essa imagem seja a mais aceita e reconhecida pelo mundo externo.

E como, estando cegos de para onde queremos ir, podemos liderar as pessoas na criação de um mundo ao qual elas queiram pertencer?

Isso não é possível para a verdadeira liderança. O verdadeiro líder deve antes de tudo saber para onde ele mesmo quer ir e em seguida colocar-se em marcha nesse caminho. E estando no seu verdadeiro caminho será tão impulsionado por seus valores que será possível às pessoas à sua volta perceberem a sua satisfação, seu carisma natural, sua congruência entre discurso e prática, e decidirem que esse também é o mundo ao qual elas querem pertencer.

Não será preciso convencer ninguém a seguir esse líder. Trata-se de liderança natural, a liderança através do exemplo vivido pelo próprio líder.

Em corporações mais modernamente voltadas para o desenvolvimento do potencial humano, algumas ferramentas têm sido utilizadas para auxiliar seus colaboradores a identificarem seus verdadeiros valores. O processo de coaching, embora mais diretamente ligado à orientação para se atingir metas através da otimização de performance pessoal, passa necessariamente por uma investigação dos verdadeiros valores pessoais do líder e da corporação.

O Coach utiliza técnicas que podem ser emprestadas da psicologia, da Programação Neurolinguística e da análise transacional, entre outras, que auxiliam o líder a conhecer e admitir seus verdadeiros motivadores naturais e também seus maiores obstáculos internos, possibilitando o trabalho de potencialização de seus pontos fortes e minimização de seus pontos fracos.

Nessa mesma direção, outra ferramenta que pode ser utilizada nas corporações para identificação dos valores do líder é o Eneagrama. Através do processo de identificação com um dos nove tipos básicos de personalidades, possibilita ao líder o autoconhecimento de suas chamadas paixões, fixações e motivadores internos.

Ambas as ferramentas podem atuar não somente no desenvolvimento do líder, como também na sua interação com as demais pessoas. O autoconhecimento permite ao indivíduo perceber que enxerga o mundo através de seus próprios pontos de vista, e que eles são somente seus e não verdades universais. Essa consciência permite a compreensão das diferenças entre as pessoas e a conseqüente diminuição do egocentrismo do líder, aumentando em muito a sua capacidade e do seu grupo de realizarem um verdadeiro trabalho em equipe.

Outro ponto importante é que, embora sejam muitas as ferramentas que podem ser usadas nesse processo de autoconhecimento dos líderes nas organizações, isso não pode ser feito sem um real comprometimento tanto da organização quanto de suas pessoas.

Um processo como esse invariavelmente acarretará em mudanças profundas de paradigmas. Haverá a necessidade de re-alocação de funções, pessoas e estruturas de liderança. Poderá haver um grupo de líderes que se sinta profundamente insatisfeito pela consciência de que não está no lugar certo, trazendo a necessidade da organização de reagir rapidamente na sua re-alocação. E quando as possibilidades não permitirem, poderá haver demissões voluntárias.

Por outro lado, haverá um grupo de líderes consolidados e o conseqüente desenvolvimento de novos que terão a oportunidade de realizar um trabalho que esteja realmente condizente com seus valores, gerando em si mesmo e nas pessoas à sua volta todos os tipos de motivação intrínseca e satisfação que isso pode trazer. Os benefícios em médio prazo serão enormes numa relação de ganha-ganha entre a organização e suas pessoas.

Uma vez que a organização esteja comprometida com esse caminho, será também necessário que as pessoas façam o mesmo.

Elas também terão um árduo trabalho a realizar. Serão necessários coragem, mente e coração abertos para enfrentar muitos desafios. A transformação pessoal só pode ser realizada com a permissão e o esforço da própria pessoa. O auxílio exterior é necessário, porém o próprio “eu” é o único que pode realizar a verdadeira transformação.

Não há mais espaço nas corporações atuais para a gestão por imposição, sem levar em conta as idéias e a satisfação dos empregados. As conseqüências vão ainda além da desmotivação e da conseqüente queda de produtividade.

E também não é possível ao verdadeiro líder ser reconhecido como tal e conduzir às pessoas em uma determinada direção, se ele mesmo não estiver vivendo a sua própria verdade.
É preciso que nossos líderes experientes, nossos novos líderes e as organizações atuais estejam dispostos a conhecer e a trilhar os seus verdadeiros caminhos.

Será que estão?

As conseqüências de estarem e de não estarem serão experimentadas igualmente por todos eles.

04/04/2010

Relacionamentos

Todos nós já falamos ou ouvimos alguém falar: “Eu gostaria de compreender fulano(a).” ou “Eu queria entender o que se passa na cabeça de beltrano(a)”.

Isso ocorre simplesmente por não explorarmos nossas relações com AQUELAS pessoas com as quais não temos tanta afinidade assim.

Essas relações “inexploradas” apresentam-se em vários setores das nossas vidas: no trabalho, nas negociações, na família, com os parentes, amigos...

Será que somente os nossos valores estão acima de tudo e de todos e por isso nos fazemos donos da verdade? Que verdade?

Nunca vou esquecer quando no módulo 2 do Practitioner em PNL Sistêmica, lá no SPA Chan´tao, estudamos um tema, tecnicamente chamado de META-ESPELHO.

Foi como se eu tivesse tirado um cabresto e começado a olhar uma paisagem bem ampla e diversa. Naquele dia, entrei em um processo muito importante, pois decidi que aplicaria essa técnica para me resolver com alguém que eu não suportava. É grosseiro, me desculpem, mas é a mais pura verdade. Aquela pessoa era a batata entalada na minha garganta! Hoje tenho grande admiração por essa pessoa e convivemos de forma muito harmoniosa, muito além das sonhadas expectativas.

Por meio do META-ESPELHO, é possível:

- Analisar um relacionamento ou situação avaliando a nossa visão da realidade, os nossos valores e como podemos nos tornar um modelo de influência.
- Ter atitude empática, ou seja, podemos nos colocar no lugar do outro para entender a realidade subjetiva dessa pessoa.
- Distanciar-se e olhar a situação de fora, como se fôssemos um observador que não toma partido, mas avalia fatos e resultados.

A compreensão ideal para determinada situação e/ou relacionamento é oriunda de uma integração destes três pontos de vista.

Como dizem os trainers João Luiz e Nicolai: “O grande lance é perceber a diferença que faz a diferença”.

Até breve!
Isabel Cristina V. Soares

29/03/2010

YOGA e Autoconhecimento

Há um ano e meio, decidi iniciar a prática da YOGA como um complemento físico, se é que posso assim chamar.
Escolhi a HATHA YOGA por ser conhecida como a YOGA do corpo. Tive a ideia de alternar a prática com os dias de corrida e já ia aproveitar para dar aquela alongada na lombar, tirar ou evitar o stress e, ainda assim, não sabia se ia gostar, porque afinal, tinha a impressão de que aquilo seria parado demais para a minha personalidade.
Aos poucos, e paralelamente à minha decisão de trilhar na senda do autoconhecimento, passei a compreender um pouco mais a respeito da verdadeira conduta de um YOGUE (praticante de YOGA).
Aos poucos, para minha enorme surpresa, percebi que a prática, se desvinculada do conceito de autoconhecimento, perde sua identidade como YOGA.
Quando pensamos em YOGA com o objetivo de aliviar as tensões que nos causam as tão famosas confusões mentais, sem pensarmos em descobrir as causas efetivas desse emaranhado todo, estamos nos negando a chance de agir nas indesejáveis crenças em nós enraizadas.
É por meio do foco em direção à nossa transformação, que poderemos tornar conscientes padrões dos quais queremos nos libertar.
Lendo um dos volumes dos cadernos de YOGA, li algo que pode servir de bússola para saber se, como YOGUE, estamos no caminho certo:
“Os valores estão onde os pneus tocam a estrada, onde toda a nossa prática de YOGA se faz presente – ou não – em nosso cotidiano”.


Um abraço e até breve!

22/03/2010

PNL e um pouco de sua origem...

A Programação Neurolinguística é a grande inspiração para a existência deste blog.

Desde o meu primeiro contato com esta ferramenta, minha vida nunca mais foi a mesma.
Então, nada mais justo do que escolher a PNL como o primeiro tema.

Infelizmente, muitas pessoas têm uma visão bastante distorcida sobre a PNL sem conhecer sua origem e finalidade. Já ouvi conhecidos meus referindo-se à PNL como “aquela coisa de charlatão”...

Bem, entendendo sua origem, é fácil perceber os benefícios que esta ferramenta pode trazer para qualquer ser humano que a utilize.

Na década de 70, Richard Bandler e John Grinder, estudante de matemática e professor de lingüística respectivamente, juntaram-se na unidade de Santa Cruz na Universidade da Califórnia, com o objetivo de utilizar seus conhecimentos em suas específicas áreas de atuação adicionados à observação sobre a estrutura da linguagem.

Eles estudaram algumas pessoas que atingiam excelência em suas vidas por meio do alto desempenho e eficiência em suas áreas de atuação.

Esta observação, chamada de “modelagem” levou-os a concluir que qualquer pessoa que aprenda a estrutura da experiência subjetiva de outro indivíduo ao exercer determinada função, conseguirá obter o mesmo resultado.

Por isso, a PNL é conhecida como a modelagem da excelência humana.

P Programação – qual é a sequência de nossas ações para conseguirmos determinada meta

N Neurologia – a mente e como pensamos

L Linguística – como usamos a linguagem

Entre as inúmeras definições atribuídas para a PNL, vou citar aqui a minha favorita:

“PNL é o estudo da experiência subjetiva.” John Grinder


Bem, vou terminando por aqui!
Até breve!

17/03/2010

Você se conhece?

Muitos indivíduos (eu me incluo nessa), buscam o autoconhecimento em um momento de dificuldade na vida seja ele em que área for.

Antes desse estágio (de buscar o autoconhecimento), muitos projetam no externo uma necessidade real de transformação interna.

Exemplificando, é mais cômodo acreditar que algo fora de nós vai nos trazer respostas ou que uma fórmula mágica vai fazer tudo acontecer, como se fôssemos figurantes da nossa própria vida. Vamos agir de acordo com um roteiro imposto e não de acordo com aquilo que faz sentido para a nossa essência. Que o novo emprego vai sanar a insatisfação profissional, que o carro novo vai me trazer o status que eu gostaria de ter, que morar em outro país vai trazer a mudança que eu tanto preciso. E assim caminhamos.

Um belo dia conseguimos “o novo”! Perfeito não é mesmo? Não! Mal desfrutamos a nova conquista e lá estamos nós: novamente frustrados, angustiados, ansiosos e aflitos por algo que não sabemos o que é. A única certeza que temos é que “esse algo especial” nunca chega até nós. É uma guerra sem fim, contra nós mesmos.

Resumindo a ópera: é como se a felicidade estivesse lá no final do túnel para ser conquistada, mas no fundo no fundo não sabemos que cara tem essa tão desejada “felicidade”.

A conseqüência disso é um ciclo que não acaba porque passamos muito tempo das nossas vidas acreditando que é preciso TER para SER e não o contrário.

Nos esquecemos de que somos seres únicos e especiais, trazidos neste mundo para dar um brilho que só nós temos. Do contrário muitas réplicas de nós estariam caminhando pela rua. Claro que temos afinidades, semelhanças, mas nossa impressão digital garante a exclusividade do selo. Somos únicos!

Você já fez uma autoanálise para entender como as emoções se processam dentro de você? Qual a sua percepção do universo? Como os sentidos são trabalhados no seu corpo? Qual a sua visão de mundo com relação a x, y ou z? Como sente o que se passa ao seu redor? Sua observação está afiada? A quantas anda seu senso crítico?

Você empresta dinheiro se não tem? Você consegue dar amor se não tem amor dentro de si? Você transmite admiração se não admira a si próprio?

É por meio do autoconhecimento que conseguimos trazer equilíbrio para as nossas emoções.

Pessoas com boa autoestima, amor próprio e seguras de si, normalmente transmitem brilho no olhar, perguntam mais do que afirmam e transbordam interesse verdadeiro em aprender com o outro ou até mesmo emprestam seus ouvidos ao outro, mesmo que não concordem com ele. E acredite ou não: respeitam muito opiniões divergentes das suas e acreditam que quanto mais diverso for mundo, mais rico ele se tornará.

Aí você me pergunta: Como posso dar o primeiro passo?

Existem infinitas opções nesse mundo maravilhoso e repleto de diversidade que serão apresentadas nesse espaço para você.

Veja esse blog como um transmissor de conhecimentos que tem como objetivo contribuir com a integração das diferentes partes que existem dentro de você.

Vou apresentar: temas, pessoas, cursos e conteúdos sobre Neurolinguística, Coaching, Eneagrama, Constelação Familiar e Organizacional, Hipnose, Espiritualidade e outros temas que poderão contribuir com a sua vida (assim espero), de alguma forma.

Relate experiências, faça comentários, perguntas e sugestões.


Um forte abraço e até breve!
Isabel Cristina V. Soares